Pelos passos do pagamento
percebo pontos positivos
paralelamente, porquice produtiva
Pólos parcialmente (bi)polares
Parcerias "previamente primitivas"
Para o Paizão: pura população
Povo, principal pilar
Política, principal podridão
Polêmia psicossocial: NOSSO País do coração
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Uma hora
O tic-tac mostra três e vinte da manhã
Acordada, penso no amanhã
e em um convite interno surgir
para levantar em busca de ideias a ingerir
Uma proposta sugerida dalí
fez sentido quando lí
Indaguei Beatles em vinil
Mas nada apagou meu sensível fogo hostil
Sete minutos se passaram
Nove versos se espalharam
Às 4:20, voluptuarei uma companhia
Sentir a brisa da madrugada
Eu queria
Acordada, penso no amanhã
e em um convite interno surgir
para levantar em busca de ideias a ingerir
Uma proposta sugerida dalí
fez sentido quando lí
Indaguei Beatles em vinil
Mas nada apagou meu sensível fogo hostil
Sete minutos se passaram
Nove versos se espalharam
Às 4:20, voluptuarei uma companhia
Sentir a brisa da madrugada
Eu queria
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Metade da laranja
E na beleza da ponta do lápis
que acredito que minhas dores estão cessando
Foi-se a época que as agulhas me acertavam
no gramado cintilante estou zigzagueando
Ouço Let it be
sentindo que naquela escuridão não vou mais cair
Espero outro você surgir
mas sei que sua alma voltará assim que a pulsada permitir
Já disse, volto a repetir
meus adágios são os mesmos
Agora em paz
pois sei que o amor não se pode destruir
Trufa verde sonho em saborear
Meus olhos se inundam
mas para a secura da minha boca passar
Ansiosa aqui, esperando o tempo, do meu lado, se sentar
que acredito que minhas dores estão cessando
Foi-se a época que as agulhas me acertavam
no gramado cintilante estou zigzagueando
Ouço Let it be
sentindo que naquela escuridão não vou mais cair
Espero outro você surgir
mas sei que sua alma voltará assim que a pulsada permitir
Já disse, volto a repetir
meus adágios são os mesmos
Agora em paz
pois sei que o amor não se pode destruir
Trufa verde sonho em saborear
Meus olhos se inundam
mas para a secura da minha boca passar
Ansiosa aqui, esperando o tempo, do meu lado, se sentar
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
4, 3, 2, 1 e ponto
Quanto mais se imunda
mais quero sair deste leito
Empurro a força do medo
Sei que estou caminhando ao relento
Meus adágios são os mesmos
mesmas lágrimas, angústias e ardor
Procurando um gole que cure continua dor
Esperancei um novo suspiro, quando um nascer do sol eu vi
Descobri um horizonte aqui, e por ventura também ali
Uma nova pétala de brilhantes, eu quero escrever e assim
Aquecer
mais quero sair deste leito
Empurro a força do medo
Sei que estou caminhando ao relento
Meus adágios são os mesmos
mesmas lágrimas, angústias e ardor
Procurando um gole que cure continua dor
Esperancei um novo suspiro, quando um nascer do sol eu vi
Descobri um horizonte aqui, e por ventura também ali
Uma nova pétala de brilhantes, eu quero escrever e assim
Aquecer
terça-feira, 23 de junho de 2009
O Primeiro amor (leiam meu comentário)
Quando vejo, percebo que te quero
Desquero por credo do seu lero
Amor insiste, para você, ser mero
Tenha certeza, sentimento vero
Prendi a respiração e pequei
Perdi o fôlego e busquei seu ar
Achei que amei, dolorosamente errei
Estava, sozinha, a me sufocar
Posso contar que o amor que sorri
fora o mais sublime do lume
Amor insólito, só uma vez senti
Com você, degustei o sabor de amar
Seu beijo, em meu coração, faz volume
Sem você, dissolvi o dom de sonhar
Desquero por credo do seu lero
Amor insiste, para você, ser mero
Tenha certeza, sentimento vero
Prendi a respiração e pequei
Perdi o fôlego e busquei seu ar
Achei que amei, dolorosamente errei
Estava, sozinha, a me sufocar
Posso contar que o amor que sorri
fora o mais sublime do lume
Amor insólito, só uma vez senti
Com você, degustei o sabor de amar
Seu beijo, em meu coração, faz volume
Sem você, dissolvi o dom de sonhar
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Solidão
Quero roubar um pedaço de seu tempo
para você me iluminar
e cessar meu sofrimento
Imagino-nos sem feridas
Conseguimos erguer os males e o divino
Refletimos singelos sorrisos ao canto da boca
Só a lamparina a nos iluminar
Sabemos que nos amamos
e um forte abraço não hesitamos em apertar
Quero te deitar em rosadas pétalas
e por um noite inteira, seu amor sentir
Mesmo você sendo uma utopia, sem te conhecer
sem você existir
para você me iluminar
e cessar meu sofrimento
Imagino-nos sem feridas
Conseguimos erguer os males e o divino
Refletimos singelos sorrisos ao canto da boca
Só a lamparina a nos iluminar
Sabemos que nos amamos
e um forte abraço não hesitamos em apertar
Quero te deitar em rosadas pétalas
e por um noite inteira, seu amor sentir
Mesmo você sendo uma utopia, sem te conhecer
sem você existir
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Flama
Hoje eu acordei
sussurrando um momento recente
Não sei se transpareceu
mas tudo parece mais reluzente
Ouvi um rugido
não sei se meu ou seu
Somos parecidos, é o que parece
Aparentemente, estou enxergando um novo eu
Olhares noturnos, nós reparamos
mas em silêncio sempre ficamos
Sem perceber, nos procuramos aos arredores
na expectativa de beber outros goles
Estou congelada por desejos
Meu coração está fechado
Mas eu já me permiti voar
sem me sentir provando do pecado
sussurrando um momento recente
Não sei se transpareceu
mas tudo parece mais reluzente
Ouvi um rugido
não sei se meu ou seu
Somos parecidos, é o que parece
Aparentemente, estou enxergando um novo eu
Olhares noturnos, nós reparamos
mas em silêncio sempre ficamos
Sem perceber, nos procuramos aos arredores
na expectativa de beber outros goles
Estou congelada por desejos
Meu coração está fechado
Mas eu já me permiti voar
sem me sentir provando do pecado
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